A hipocrisia de um homem não se limita aos seus atos, mas abrange, até mesmo com maior intensidade, seus pensamentos. Tudo é um mar de mentiras a serem contadas e repetidas para todos em um mundo onde não basta ser, mas, na verdade, basta-nos fingir ser.
Todos somos vítimas de um mundo sujo, mentiroso e, como já dito, hipócrita. Somos parte disso. Somos peixes nesse mar! Mas, vez ou outra, percebemo-nos afogando - mas não se preocupe, é apenas impressão. Somos todos fingidores... Fingimos tão completamente que chegamos a fingir que não há dor na dor que de fato sentimos única e simplesmente pelo fato de existirmos e, também, de pensarmos - ou algo assim! Confuso? Sim! É confuso tudo isso. Compreender a realidade humana nos consome em inúmeras dúvidas e confusos pensamentos.
Viver torna-se difícil se pensamos, se somos reflexivos em relação ao nosso entorno e nossa realidade. Mas, como certa vez gritou ao mundo um pensador: pensar é existir! Todos iguais, sim! Todos nós queremos ter vida em plenitude, feliz, pois todos sabemos que viver é lutar diariamente contra dúvidas, incorrer em riscos e perigos dos mais diversos. Isso é excitante, não? Isso nos faz querer ir além. Um eterno “thanatos” de Freud...
Para viver, aprendemos com o mundo que por vezes é necessário fingir ser aquilo o que de fato não somos - mas que, talvez, seria bom se o fôssemos. Viver hoje se resume a usar máscaras em inúmeras situações. Cada dia uma, mas, por vezes, a mesma por uma vida toda. Isso é a vida, amigos! Isso é a vida, amigos? Não se espantem, não há perigo, apenas falsidade. Falsidade não impõe medo, pois é falsa por si mesma. Não existe nada além do que é inventado quando se permitem as falsidades! Daí, em meio à essa realidade, chega-se à hipocrisia! Confiar cegamente na verdade que se nos apresenta, isso sim é perigoso e nos trás medos, pois já sofremos muito em inúmeras decepções que tivemos. Correto? Logo, não é a falsidade em si que nos faz mal, mas sim nossas expectativas que podem, naquilo, serem frustradas - ou não!
Um otimista poderia me parar nesse momento, me reprimindo ao dizer que tudo o que foi dito aqui é balela. Devemos confiar nas pessoas. Sim, seria bom, mas com certeza, em seu íntimo, ele estaria refletindo e teimando para não ver como verdade o dito acima – pelo menos parcialmente! Somos sim, em muito, enganados! Estamos cientes disso, mas é interessante fingir que não é assim. É mais confortável.
Indo além, penso: o amor existe? Ora, tenho cá minhas dúvidas e reflexões também, mas não tenho resposta. Apenas, amigos, quero que te preparem, pois amar é correr em pastos verdejantes com um belo rocinante, mas, uma vez com ele e por sobre ele, em qualquer momento poderemos cair. O preço que pagamos por cavalgar livres nesse pasto traz consigo o risco de uma queda estrondosa e dolorosa. Não pensemos nisso, entretanto...
Todos somos vítimas de um mundo sujo, mentiroso e, como já dito, hipócrita. Somos parte disso. Somos peixes nesse mar! Mas, vez ou outra, percebemo-nos afogando - mas não se preocupe, é apenas impressão. Somos todos fingidores... Fingimos tão completamente que chegamos a fingir que não há dor na dor que de fato sentimos única e simplesmente pelo fato de existirmos e, também, de pensarmos - ou algo assim! Confuso? Sim! É confuso tudo isso. Compreender a realidade humana nos consome em inúmeras dúvidas e confusos pensamentos.
Viver torna-se difícil se pensamos, se somos reflexivos em relação ao nosso entorno e nossa realidade. Mas, como certa vez gritou ao mundo um pensador: pensar é existir! Todos iguais, sim! Todos nós queremos ter vida em plenitude, feliz, pois todos sabemos que viver é lutar diariamente contra dúvidas, incorrer em riscos e perigos dos mais diversos. Isso é excitante, não? Isso nos faz querer ir além. Um eterno “thanatos” de Freud...
Para viver, aprendemos com o mundo que por vezes é necessário fingir ser aquilo o que de fato não somos - mas que, talvez, seria bom se o fôssemos. Viver hoje se resume a usar máscaras em inúmeras situações. Cada dia uma, mas, por vezes, a mesma por uma vida toda. Isso é a vida, amigos! Isso é a vida, amigos? Não se espantem, não há perigo, apenas falsidade. Falsidade não impõe medo, pois é falsa por si mesma. Não existe nada além do que é inventado quando se permitem as falsidades! Daí, em meio à essa realidade, chega-se à hipocrisia! Confiar cegamente na verdade que se nos apresenta, isso sim é perigoso e nos trás medos, pois já sofremos muito em inúmeras decepções que tivemos. Correto? Logo, não é a falsidade em si que nos faz mal, mas sim nossas expectativas que podem, naquilo, serem frustradas - ou não!
Um otimista poderia me parar nesse momento, me reprimindo ao dizer que tudo o que foi dito aqui é balela. Devemos confiar nas pessoas. Sim, seria bom, mas com certeza, em seu íntimo, ele estaria refletindo e teimando para não ver como verdade o dito acima – pelo menos parcialmente! Somos sim, em muito, enganados! Estamos cientes disso, mas é interessante fingir que não é assim. É mais confortável.
Indo além, penso: o amor existe? Ora, tenho cá minhas dúvidas e reflexões também, mas não tenho resposta. Apenas, amigos, quero que te preparem, pois amar é correr em pastos verdejantes com um belo rocinante, mas, uma vez com ele e por sobre ele, em qualquer momento poderemos cair. O preço que pagamos por cavalgar livres nesse pasto traz consigo o risco de uma queda estrondosa e dolorosa. Não pensemos nisso, entretanto...
Ainda sobre o amor, tenho que ele é uma flecha atirada no escuro. Nunca sabemos (nem saberemos) se ela atingiu ou atingirá o alvo pretendido. Mas, apesar de tudo: ame! Viva! Sorria! Principalmente sorria. Sorria mais do que viva e viva mais do que ame. Seja feliz! Embora seja dolorosa uma decepção, permita-se confiar nas pessoas e nos seus sentimentos, mas não confie nisso toda a sua felicidade.
Vivendo de peito aberto, ciente de possíveis decepções, mas mesmo assim seguindo feliz e confiante, viverás tendo tua felicidade como tua cama, teu sorriso como teu travesseiro, tuas experiências na vida como teus sapatos para a caminhada. E o amor? Ah, o amor...! Ele estará contigo – de alguma forma. Assim, repousarás tranquilo por toda a sua eternidade.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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