Tudo hoje externa-se em pose:
A pose dos que julgam-se corretos,
A pose dos que fingem-se úteis,
A pose dos que passam-se por espertos...
Todos, coitados: tão imensamente fúteis.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier
Tento deixar para o mundo algo do que penso, escrevendo. Agonias? Dores? Alegrias? Poemas? Crônicas? O que mais? Não! Não sei qual modelo me afaga mais em minha ânsia humana por paz. Catarse? Sim, um pouco. E me basta! Trazendo algo de ''Tabacaria'', de F. Pessoa, digo: espero que fique, ''da amargura do que nunca serei, a caligrafia rápida desses versos'', num pouco de mim. Eu, que ''não sou nada, não posso querer ser nada''. Mas, ''à parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo''.
Nenhum comentário:
Postar um comentário