Se Deus, por algum motivo, quiser tornar-me ateu, terá de esforçar-se deveras, aos tantos, digo eu!
Fé ele me deu, embora também tenha dado meus prantos, mas quão especial sou eu a ponto de querer ser visto diferente dos outros que são tantos?
Sou cá um fiel comum, e cada qual com seus problemas - todos a serem solucionados aos poucos...
Deus, é fato, dá fé e pranto. Dá colo através de alguém que se tenha ou, aos solitários, dá um escuro canto para o exercício do pranto.
Da prece, surge a centelha de esperança que faz-se em manto a proteger o fiel de perder-se...
Ah, fé...! Ah, Deus...! Ah, pranto...! Por quanto mais haveremos de sofrer? Por quanto tempo? Por que tanto?
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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