Não me preocupo com a minha morte, pois quando ela existir, eu não mais existirei e enquanto eu existir, ela não existirá. Um sábio já disse. Então, preocupo-me com minha vida. O que eu tenho deixado de mim para mim,? Para o entorno? Para os que amo? Tenho passado momentos de reflexão com isso em mente.
Enquanto minha morte não chegar, eu tenho de fazer o melhor de mim naquilo que eu escolher fazer, nas condições que eu tenha para fazer cada coisa. Sei bem que, em vários momentos, não terei condições de fazer tudo de forma perfeita ou como eu desejaria, mas se eu fizer sempre o meu melhor dentro daquilo o que eu tenho para oferecer, minha vida terá tido valor e eu poderei deixar algo de bom no mundo por onde passei.
Logo, preocupemo-nos com a vida que levamos! De minha parte, quero muito que minha vida valha à pena - não para que eu seja visto como útil, mas para que a história que fica de cada ato seja um exemplo benéfico para alguém. Quem não? Mas para isso, é preciso refletir bastante sobre nós em meio às nossas vidas e nossas escolhas.
Que, ao final das nossas existências, em cada momento de vida que tivermos: que possamos exercer sempre o melhor que pudermos dentro daquilo que tenhamos por condições para fazer.
(Continua)
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