O dia amanhece, e eu vou junto.
As reflexões do dia de ontem viram hoje o assunto.
Paro. Penso. Reflito no que se deu...
Foi Deus que me enganou? Ou fui eu?
Passei a manhã pensando.
Não queria estar me preocupando...
Mas às vezes a vida é assim.
E tem sido desse jeito pra mim.
Hoje bem? Amanhã não sei...
Mas que tudo vai ficar bem, hoje sei.
E o amanhã será pleno de alegrias.
Afinal, a vida é uma estrada de duas vias
Onde passam nelas alegrias, mas tristezas também.
Faz parte do processo. Não hei de me perder. Amém!
Tento deixar para o mundo algo do que penso, escrevendo. Agonias? Dores? Alegrias? Poemas? Crônicas? O que mais? Não! Não sei qual modelo me afaga mais em minha ânsia humana por paz. Catarse? Sim, um pouco. E me basta! Trazendo algo de ''Tabacaria'', de F. Pessoa, digo: espero que fique, ''da amargura do que nunca serei, a caligrafia rápida desses versos'', num pouco de mim. Eu, que ''não sou nada, não posso querer ser nada''. Mas, ''à parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo''.
quinta-feira, 26 de julho de 2018
terça-feira, 24 de julho de 2018
Vitória
O mundo é duro. Ele vai te agredir. Ele vai esmurrar sua face. Pisotear sua alma. Cuspir na sua fronte. Rasgar sua carne.
Vivemos em um momento do mundo onde estamos caminhando sozinhos, embora haja dezenas ou centenas de amigos nas redes sociais.
O olhar do outro não mais entretém ninguém. As lágrimas que caem não são vistas. As dores, os desânimos, as tristezas nos apequenam sem testemunhas. Dá vontade de fugir...
Mas estamos presos a um corpo débil, feito de ossos, carne e sonhos. Ossos e carne nos prendem ao chão. Sonhos nos aproximam das estrelas... Mas tem sido difícil sonhar.
Sonhar sozinho é planejamento. Sonhar junto é o primeiro passo para novas realidades. Mas a vida agride os que sonham. E acabamos por desistir de sonhar...
Não importa o que você esteja vivendo. Não importam as portas que se fecharam. Não importam as lágrimas que caíram. No final, todo mundo vence. Todos sairemos vitoriosos - nem que a morte seja o único troféu.
Vivemos em um momento do mundo onde estamos caminhando sozinhos, embora haja dezenas ou centenas de amigos nas redes sociais.
O olhar do outro não mais entretém ninguém. As lágrimas que caem não são vistas. As dores, os desânimos, as tristezas nos apequenam sem testemunhas. Dá vontade de fugir...
Mas estamos presos a um corpo débil, feito de ossos, carne e sonhos. Ossos e carne nos prendem ao chão. Sonhos nos aproximam das estrelas... Mas tem sido difícil sonhar.
Sonhar sozinho é planejamento. Sonhar junto é o primeiro passo para novas realidades. Mas a vida agride os que sonham. E acabamos por desistir de sonhar...
Não importa o que você esteja vivendo. Não importam as portas que se fecharam. Não importam as lágrimas que caíram. No final, todo mundo vence. Todos sairemos vitoriosos - nem que a morte seja o único troféu.
terça-feira, 17 de julho de 2018
Nova era
Chora o homem pequeno
Cora-se o rosto ameno
Sorri a alma infante
Prossegue a humanidade. Avante!
A bandeira hasteada tremula
A ideia torpe se anula
O discurso do bem regenera
Vê-se a fé no amanhã. Nova era!
E a paz há de reinar no mundo
Ao amanhã, fica o amor profundo
Fraternidade, todos hão de exercer
E em cada lar o amor há de vencer
Cora-se o rosto ameno
Sorri a alma infante
Prossegue a humanidade. Avante!
A bandeira hasteada tremula
A ideia torpe se anula
O discurso do bem regenera
Vê-se a fé no amanhã. Nova era!
E a paz há de reinar no mundo
Ao amanhã, fica o amor profundo
Fraternidade, todos hão de exercer
E em cada lar o amor há de vencer
domingo, 15 de julho de 2018
Cai
A lágrima corre
Cai do rosto à janela
Chega ao chão e morre
Tão pequenina era ela
Olhei para baixo e vi
A lágrima caindo só
Antes de vê-la sumir
Senti cá dentro um dó
Dó das horas de choro
Dó das lágrimas; quantas?
Dó das palavras em coro
Dó das tristezas, tantas
Um suspiro aliviado
E na noite adentro entrei
Seria melhor não ter chorado?
Mas confesso: me aliviei
A sensação de vazio se fora
A sensação de paz me veio
Não há felicidade ainda, agora
Somos eu e o mundo - a tristeza no meio.
Cai do rosto à janela
Chega ao chão e morre
Tão pequenina era ela
Olhei para baixo e vi
A lágrima caindo só
Antes de vê-la sumir
Senti cá dentro um dó
Dó das horas de choro
Dó das lágrimas; quantas?
Dó das palavras em coro
Dó das tristezas, tantas
Um suspiro aliviado
E na noite adentro entrei
Seria melhor não ter chorado?
Mas confesso: me aliviei
A sensação de vazio se fora
A sensação de paz me veio
Não há felicidade ainda, agora
Somos eu e o mundo - a tristeza no meio.
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