Sou o cão voraz que persegue a presa
E tenho por presa a minha paz!
Faço isso com toda a certeza
De que encontrarei aquilo que me apraz!
Sou pedra ao vento nessa intenção.
Não mudo meu caminho, a trajetória...
Sou ás nessa caça e não abro mão:
Faço da busca de mim minha história.
Faço da busca de mim minha história.
Dou de minha alma o máximo ao mundo.
Busco tudo de coração são e peito aberto...
Aberto e às migalhas, sei disso. Não sou profundo.
Sou espírito em formação, ainda incerto.
Sou espírito em formação, ainda incerto.
Tantas lágrimas as quais já perdi...
Mesmo assim, trago comigo a certeza
De que a viagem para a qual parti
É aquela que me trará leveza.
É aquela que me trará leveza.
Tendo leve, enfim, minha alma,
Farei de mim novo homem!
Sendo novo, trarei a sonhada calma,
Extirpadas as dores que me consomem.
É sim, minha trajetória, dotada de percalços.
Farei de mim novo homem!
Sendo novo, trarei a sonhada calma,
Extirpadas as dores que me consomem.
É sim, minha trajetória, dotada de percalços.
Da vida e suas glórias, sabemos nós o que?
Caminhando desnudos pela vida, pés descalços,
Calejados e sangrando, aprendendo sobre o viver...
Ao fim de tudo, que haja a paz no caminho,
Calejados e sangrando, aprendendo sobre o viver...
Ao fim de tudo, que haja a paz no caminho,
Pois, na vida, só busco essa paz.
Tendo a alma serena, mesmo que sozinho,
Tendo a alma serena, mesmo que sozinho,
Terei esquecido esse sofrimento que em mim jaz.
Pedro Guimarães Santos Xavier

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