Detesto magoar pessoas. Amo amar! Gosto de gente, de sorrisos, do barulho das gargalhadas e conversas nos botequins. Fico admirado com a beleza da criatura humana. Entristeço-me com a tristeza nas pessoas. Detesto ser o motivo da tristeza de qualquer uma delas, por isso, detesto magoar pessoas. Amo, de fato, amar!
O amor nos redime. Amando, retiramo-nos de dentro de nós mesmos e damo-nos à pessoa amada, nos entregamos tal qual fôssemos um presente embrulhado - em carne e osso. Buscamos a felicidade enquanto seres humanos, mas ainda não aprendemos a nos amar. Aprendemos teorias de viajar para distâncias infinitas, de ir a outros planetas. Traçamos variados rumos de viagens para conhecer sentimentos novos em paisagens novas, mas ainda não sabemos dar um simples passo que nos aproxime do irmão que chora, sofrendo ao nosso lado. Parafraseando M. Luther King, ainda não aprendemos amarmo-nos como irmãos.
Ainda não percebemos quão sublime é despertar o sorriso no rosto de alguém – que amemos ou não, quer fosse uma pessoa qualquer... Ainda não aprendemos a beleza de cuidar de outra pessoa, fazer com que ela se torne alguém melhor, que se recupere de suas mazelas pessoais, traumas e incertezas interiores. Temos ainda muito o que aprender! Quanto a isso, muito nos deixou em ensinamentos nossa amiga querida Madre Teresa. Amar transcende à nossa realidade fútil e egoísta, além de simplista que habituamo-nos a viver.
Somos seres gregários, em busca do encontro. O encontro conosco mesmos, inclusive, para, assim, encontrarmo-nos de vez com o próximo. Talvez seja isso! Ainda acreditamos ser humilhante abraçarmo-nos em abraços fortes e fraternos. Não sabemos a importância dos abraços! Ainda achamos ser perigoso ou ruim sorrir para todos os quais cruzamos nas ruas. Temos medo de parecer ''retardados''. Não? Será que agindo com a frieza com que estamos vivendo podemos nos dizer ''normais''? Não sabemos a importância dos sorrisos! Ainda não sabemos o quão relevante é o amor fraterno.
Não sabemos experimentar o amor, o amar! Confundimos esse sentimento em definições frívolas embasadas em sentimentos não raro impuros, defeituosos, deturpados de nossa sociedade imensamente infeliz e doente. Temos, na melhor das hipóteses, apenas certa impressão sobre o que seja amar de verdade. A entrega, o companheirismo, a fidelidade envolvidos. Ainda somos muito teóricos, pouco práticos. Somos orgulhosos demais para vivenciarmos verdadeiramente o amor do ponto de vista afetivo e mais ainda do ponto de vista fraterno como ele deveria ser.
Amar requer entregar-se; requer deixar para trás aquilo que almejas para si próprio, sozinho. Amar é colocar em primeiro lugar o/a outro/a e, como meta, as metas da pessoa amada, o outro ser humano à nossa frente. Existem várias formas de encarar o amor, mas todas elas, todas as maneiras de amar, definem-se em moldes de felicidade como único fim! Não? Afinal, amar é ver quem se ama feliz. Isso basta!
Quem já amou ou ama, sabe que isso é verdade. Aqueles que ainda vão amar: aguardem, confiem, pois é a realidade do amor viver pela alegria do outro, viver tentando a cada momento sentir o prazer da coexistência harmoniosa pautada na felicidade conjunta, na tentativa de ser alvo e motivo do sorriso tão esperado no rosto da pessoa amada.
Não sabemos experimentar o amor, o amar! Confundimos esse sentimento em definições frívolas embasadas em sentimentos não raro impuros, defeituosos, deturpados de nossa sociedade imensamente infeliz e doente. Temos, na melhor das hipóteses, apenas certa impressão sobre o que seja amar de verdade. A entrega, o companheirismo, a fidelidade envolvidos. Ainda somos muito teóricos, pouco práticos. Somos orgulhosos demais para vivenciarmos verdadeiramente o amor do ponto de vista afetivo e mais ainda do ponto de vista fraterno como ele deveria ser.
Amar requer entregar-se; requer deixar para trás aquilo que almejas para si próprio, sozinho. Amar é colocar em primeiro lugar o/a outro/a e, como meta, as metas da pessoa amada, o outro ser humano à nossa frente. Existem várias formas de encarar o amor, mas todas elas, todas as maneiras de amar, definem-se em moldes de felicidade como único fim! Não? Afinal, amar é ver quem se ama feliz. Isso basta!
Quem já amou ou ama, sabe que isso é verdade. Aqueles que ainda vão amar: aguardem, confiem, pois é a realidade do amor viver pela alegria do outro, viver tentando a cada momento sentir o prazer da coexistência harmoniosa pautada na felicidade conjunta, na tentativa de ser alvo e motivo do sorriso tão esperado no rosto da pessoa amada.
Amar. Amor. Ainda saberemos quão relevante e belo é tal sentimento vivido plenamente. Amar é ter real certeza de que a felicidade da outra pessoa vale mais que tudo o que fizeres por si próprio. Amor é entrega. Amar é sublime! Crer no amor é uma dádiva, mas ainda precisamos aprender a amar, aprendendo, enfim, o que é o amor! Vivenciar o amor é um sonho de todos; alcançá-lo de fato é tudo o que precisamos para a vida - seja o amor fraterno, puro e simples, ou outra forma de amar.
Caridade é uma forma de amor! Casamentos, relacionamentos quaisquer, amizades... São todos eles pautados em amor. Ou deveriam ser! A definição de amor não cabe em dicionário; não se engane! Iniciemos agora nossa caminhada por um mundo melhor, com histórias mais felizes! Basta-nos isso: o primeiro passo. Basta-nos amar.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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