
De tudo, me restou o pouco que a mim interessa.
Fiz de mim uma metamorfose,
Saindo de dentro da pele seca que me prendia a alma.
Hoje, sacio-me com o amor.
O amor me preenche o peito,
E, para mim, sou apenas meu peito,
Pois importa-me o coração,
Nada do resto do corpo.
O coração bate, e com ele sinto!
E com o sentir, vivo!
E vivendo, sou feliz!
“Para que braços, pernas,
Costas e mente
Se tenho um coração?”
(disse o poeta maluco, mas feliz)
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier
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