O olhar da criança perdeu-se no meio,
Criando asas rumo à terra da fantasia.
Entregue a devaneios de plena alegria,
Encontrou a felicidade ali, por inteiro.
Saiu voando da habitual tristeza do dia.
Num cenário até então parecendo perdido.
Via seres, adultos tristes, num mundo sofrido.
Viram-no sorrindo da realidade que ali havia.
Todos correndo, todos atarefados.
Todos sem rumo, vivendo apressados,
Sem possuir a necessária felicidade...
O menino com asas, o sorridente petiz,
Viu-se a voar pelo céu, tão feliz,
Sorrindo e vivendo em meio à sua realidade.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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