O lápis graceja a folha com carícias,
Em um leve e sutil movimento.
É o obreiro na arte escrita,
Transcrita naquele momento.
O poeta, por detrás do lápis,
É o cérebro, o complemento,
Mas o lápis o autor na obra,
Perpetuada além do esquecimento.
A arte sublime da escrita,
Arte eterna e graciosa,
Traz, mesmo que na guerra,
Paz à vida tempestuosa.
Oh, sublime arte,
Permita-me exercer-te...
Em cada letra, um sentimento;
A cada página, inequívoco flerte...
Apaixonado por ti,
Querida arte da escrita,
Amiga tão antiga,
Amada tão bendita...
Permita-me, em breve,
Por ti e em ti encontrar-me,
Alcançando nessa vida
A paz que me desarme.
Que eu seja um lápis em minha vida,
Escrevendo em cada dia,
Em páginas de despedida,
A história que tanto almejo.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

bacana dimais!!! tem q começar a escrever um livro meu amigo!
ResponderExcluirAnilson Jr S Campos
Valeu, grande amigo. Obrigado por acompanhar os textos. Quem sabe um dia? Mas tenho muito o que aprender ainda para isso....
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