Sirva-te de mim, destino
Para que possas manifestar-te.
Desde sempre, desde menino,
Carrego-te comigo como estandarte.
Em meio à paz, em meio à guerra,
Sou eu trazendo-te na batalha.
Dia após dia cravando na terra
Uma história minha que algo valha.
Percebo, cansado: em mim te trago
No peito como algo que pesa!
Saibas que por ti, destino amargo,
Meu corpo falha e o coração retesa.
Trago dores que assustam-me o ser.
Valho-me da fé. De Deus, sou seareiro.
As horas passam e eu, sem saber
Prendo minh'alma ao destino, meu cativeiro.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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