terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Palavra escrita



A arte, se ausente, faz da vida um desalinho.
Da sorte, se inexistente:  tristeza; se presente, alegria!
E da morte? Têm-se nela o mais rápido caminho,
Enquanto a vida é de todas a mais árdua travessia.

Palavras soltas, de nada valem a quem as lê.
Lendo tudo, traço rumos em devaneios variados.
Sem pensar, poderia ler tudo, mas para quê?
No leitor, pensamentos devem ser plantados!

Letra a letra, faz-se possível servir à arte escrita.
Bastam-nos algo de alegrias, um quê de tormentos
E, enfim, tem-se na folha algo que à mente agita.

A arte da escrita: talvez de todas a mais bendita!
Eterniza sentimentos, pensamentos e momentos,
E, a todos, faz realidades dos sonhos que incita!
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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