Qual mundo é esse onde preconceitos são encarados como parte da natureza, segregando-nos?
Sorte e azar, destino ou acaso. Tantas palavras que se fazem presentes desde já
Como se fôssemos alvejados diariamente por um juízo final, ininteligível!
Carne viva, espírito morrendo! É parte do que se vê na sociedade - pelo menos aos meus olhos.
Olhos meus, doentes, ou sou eu mesmo que, de fato, não gozo mais de tanta saúde?
Vidas repartidas. Sobrevivências difíceis de se ver, mas existem, a cada esquina.
Sentimentos consumptivos. Sentimentos calados no peito, na garganta, na realidade.
Vozes e almas, todas caladas. O que de fato há de se fazer?
Deitado eternamente em berço esplêndido? Não era isso que pretendíamos!
Acho melhor voltar a dormir, mas, nesse mundo, temo não querer acordar.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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