Acordado em plena madrugada:
O que resta a mim fazer?
Resta pouco, quase nada...
Papel e caneta: começo a escrever.
De letra em letra, constroem-se textos.
Há tantos assuntos para se pensar...!
Em devaneios, procurando contextos,
Encontro frases que insistem em rimar.
E, escrevendo, mantenho-me acordado.
Durmo pouco, isso é um problema?
Letra a letra, sai um texto surrado.
Tão tolo, coitado! Parece um poema...
Coitado sou eu, tentando escrever!
De poeta, será que algo eu tenho?
Há tantas coisas no mundo a se fazer
E eu aqui nas rimas em que me embrenho.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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