terça-feira, 25 de junho de 2013

Poema mudo


A força que move é a mesma que cala!
Tudo faz parte de um contínuo movimento.
Nas horas aflitas, tudo cerca-se de sofrimento
E o peito guarda a palavra ausente na fala.

Vez ou outra, um sentimento desperta
A carne viva da memória tida por morta
E a alma apequena-se com a ferida aberta
Que consome a paz forjada que se exorta.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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