O amor, sim, é fato, custa a desenvolver-se, amadurecer, aprimorar-se enquanto sentimento até tornar-se realidade. Atinge, com sorte, seu ápice! Porém, é sabido, certas vezes surgem desavenças e, por vezes (ou na maioria das vezes!): a decepção precipita-se! Esta última rapidamente tritura todos os pavimentos e alicerces de todo um cenário bem construído até ali por aquele sentimento: o amor. Daí, permanecemos como que anestesiados para as sensações que o amor nos traria ainda... Isso dói! Melhor dizendo, isso é pior que a dor de fato existente, surgida daquela decepção, pois a dor em si, mesmo que desagradável seja, é uma sensação. Não mais sentir é péssimo!
Anestesiar-se para as sensações do amor que nos avizinha é ruim, um ultraje, uma falta de sorte... A decepção, por sua vez, extrai de dentro de nós as melhores das sensações: a de ser amado e a de amar! Consequências daquela anestesia inicial (e permanente, às vezes!)...
Abaixo as decepções, as falhas, as farsas, os equívocos, os ditos e não ditos de forma incorreta. Abaixo as mágoas. Sim! Por um mundo com mais amor. Abaixo as decepções! Amemos! Ou, talvez mais produtivo seja: saibamos amar.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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