quinta-feira, 10 de julho de 2014

Dura dor

Dói muito mais a dura dor
Que ocorre na perda da vida
Quando, vivo, de coração batendo,
Perde-se o amor da alma querida.

O corpo que segue, sem alma transita
Pelos rumos e cantos do mundo.
Sem vida, o coração no peito palpita
Em ritmo caótico de sofrimento profundo.

Dor que não passa, que mata todo o ser...
Dói a alma, dói o corpo, dói a vida, a saber...
E em dores, em prantos, o que há de se ter?
Esperanças? Encantos? Melhor seria morrer.

Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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