O lago era repleto de águas claras. Sim! Era ao redor dele que tudo construíra-se naquela cidade. À beira, casais caminhavam felizes. Mãos dadas, corações entrelaçados... Famílias percorrendo os caminhos ao redor das águas que balançavam tranquilas a superfície vista do lago.
Anoitecendo, todos viam o sol depositando-se no horizonte, detrás das montanhas, enquanto a lua, altiva, surgia e passava a observar também o lago. Era uma noite limpa, de céu cristalino de tão claro, sem nuvens. Eram as estrelas, a lua e alguns pássaros que ainda teimavam em voar naquela hora tudo quanto se via olhando para o céu.
O lago permanecia lá, calmo, balançando suas águas como a mulher elegante que enquanto anda balança seus cabelos de forma graciosa. Os olhos atentos já eram poucos às altas horas da noite, mas havia ainda, como sempre, meia dúzia de pessoas por lá que observavam o lago, o céu, aquele luar...
As águas balançando, as bocas conversando, os braços sendo dados, os corações tresmalhando suas mágoas... Tudo ocorria ao redor daquele lago! Era ali o berço daquela cidade... O ponto comum! Não era simplesmente um lago, um reservatório simples de água. Era a alma daquele lugarejo tão calmo, tão sereno, de povo tão pacato de sorriso fácil e largo... Tudo ocorria ao redor do lago.
As águas balançando, as bocas conversando, os braços sendo dados, os corações tresmalhando suas mágoas... Tudo ocorria ao redor daquele lago! Era ali o berço daquela cidade... O ponto comum! Não era simplesmente um lago, um reservatório simples de água. Era a alma daquele lugarejo tão calmo, tão sereno, de povo tão pacato de sorriso fácil e largo... Tudo ocorria ao redor do lago.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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