Nego qualquer coisa enquanto verdade a definir-me. Não sou de conceitos, nem muito menos de definições. Menos ainda de verdades, afinal, como humano, estou habituado a enganar-me e seguir apesar disso.
Convencido de que não adianta parar para repensar os passos já dados, sigo adiante, pé por pé, atingindo terrenos distantes de pouco em pouco. Desbravando territórios e rompendo barreiras, venço a mim mesmo reforçando alicerces os quais desconheço em minha estrutura. Penso que aos poucos vou tornar-me mais forte, vou criando bases para construir algo em mim mesmo, uma personalidade mais forte, quiçá. Eis que apenas o tempo dirá; desde agora: apenas respiro fundo e sigo.
Adiante, haverá vitória? Haverá paz? Haverá o que de novo? Não sei... Apenas espero haver um novo eu, mais radiante, mais confiante, mais qualquer coisa além do que sou, qualquer coisa para melhor. Afinal, do que tenho de mim hoje, apenas trago desgostos. O dia de amanhã reservará algo? Sim. Nem que seja apenas a morte.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier
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