Tento deixar para o mundo algo do que penso, escrevendo. Agonias? Dores? Alegrias? Poemas? Crônicas? O que mais? Não! Não sei qual modelo me afaga mais em minha ânsia humana por paz. Catarse? Sim, um pouco. E me basta! Trazendo algo de ''Tabacaria'', de F. Pessoa, digo: espero que fique, ''da amargura do que nunca serei, a caligrafia rápida desses versos'', num pouco de mim. Eu, que ''não sou nada, não posso querer ser nada''. Mas, ''à parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo''.
terça-feira, 31 de maio de 2016
...Que nunca falte...
Naquilo que era uma casa, havia um menino.
Mirrado e quieto, coitadinho - tão pequenino.
Dormia, ingênuo; chorava, vez em quando...
Pedindo comida, vinha logo a mãe lhe dando.
Plena em seu amor, tirava do próprio prato e dava.
Sofriam escassez de tudo naquela casa, mas amor?
Esse nunca faltava...
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