domingo, 1 de maio de 2016

Viva Senna


Acordei estranho. A alma não queria ver...
Ocorreria algo? Eu sentia um mau ar...
Afastei-me de tudo. Desliguei a TV.
Soube depois: era um dia que iria durar...

Passaram-se as horas. A noite chegou.
Fui à cozinha jantar. Passava o jornal.
Foi aí que eu soube o que se passou.
Eu tinha 8 anos, mas a lembrança ainda é real. 

Morria o meu herói imortal, guerreiro.
Senna não mais levantaria troféus!
O eixo da direção partiu-se por inteiro...
Assim, Deus, naquele dia, o levou aos céus.

Viva Senna!

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