Não tenho vantagem nenhuma nisso. Muito pelo contrário...
Sou a doença de mim mesmo que me consome, sem cura.
De tanto pensar, sofro. Vivo calado! Ao mundo, sou arbitrário...
De vidro fosco, tosco, sou uma janela sem muita coisa além...
Tanto faz o que para fora ou para dentro haja para se ver,
pois não se enxerga nem pra lá, nem pra cá também.
Se me procuram e batem-me achando que me abro como porta,
ressoa o som da batida, mas a pessoa não tem resposta!
Não é que não há nada cá dentro que me importa ou que me exorta...
É que há tantas imperfeições que ninguém quer ver ou gosta.
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