terça-feira, 26 de julho de 2016

Pranto

Quais serão os meus tropeços de amanhã?
Quem sabe já hoje eu esteja tropeçando?
Ah, vida que vivo, louca. sem graça, vã...
Como hei de consertar tudo? Estou cansando.

Cansando de mim, das coisas, do mundo e da vida...
Sigo quieto, à espreita, aguardando algo. Quiçá um santo?
Alguém há de me salvar disso. E eu? Com minha alma caída,
Tento temperar minha vida, mas apenas salgo meu pranto.


_ homenagem ao lindo poema de Leandro Gomes de Barros ("O mal e o sofrimento").

Nenhum comentário:

Postar um comentário