Não me preocupo com a minha morte, pois quando ela existir, eu não mais existirei e enquanto eu existir, ela não existirá. Então, preocupo-me com minha vida. O que eu tenho deixado de mim para mim,? Para o entorno? Para os que amo? Tenho passado momentos de reflexão com isso em mente.
Enquanto minha morte não chegar, eu tenho de fazer o melhor de mim naquilo que eu escolher fazer, nas condições que eu tenha para fazer cada coisa. Sei bem que, em vários momentos, não terei condições de fazer tudo de forma perfeita ou como eu desejaria, mas se eu fizer sempre o meu melhor dentro daquilo o que eu tenho para oferecer, minha vida terá tido valor e eu poderei deixar algo de bom no mundo por onde passei.
Logo, preocupemo-nos com a vida que levamos! De minha parte, quero muito que minha vida valha à pena. Quem não? Mas para isso, é preciso refletir bastante sobre nós em meio às nossas vidas e nossas escolhas.
Que, ao final das nossas existências, em cada momento de vida que tivermos: que possamos exercer sempre o melhor que pudermos dentro daquilo que tenhamos por condições para fazer.
Tento deixar para o mundo algo do que penso, escrevendo. Agonias? Dores? Alegrias? Poemas? Crônicas? O que mais? Não! Não sei qual modelo me afaga mais em minha ânsia humana por paz. Catarse? Sim, um pouco. E me basta! Trazendo algo de ''Tabacaria'', de F. Pessoa, digo: espero que fique, ''da amargura do que nunca serei, a caligrafia rápida desses versos'', num pouco de mim. Eu, que ''não sou nada, não posso querer ser nada''. Mas, ''à parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo''.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Uma reflexão sobre : a vida que levo
Uma reflexão sobre : a vida que levo
Não me preocupo com a minha morte, pois quando ela existir, eu não mais existirei e enquanto eu existir, ela não existirá. Um sábio já disse. Então, preocupo-me com minha vida. O que eu tenho deixado de mim para mim,? Para o entorno? Para os que amo? Tenho passado momentos de reflexão com isso em mente.
Não me preocupo com a minha morte, pois quando ela existir, eu não mais existirei e enquanto eu existir, ela não existirá. Um sábio já disse. Então, preocupo-me com minha vida. O que eu tenho deixado de mim para mim,? Para o entorno? Para os que amo? Tenho passado momentos de reflexão com isso em mente.
Enquanto minha morte não chegar, eu tenho de fazer o melhor de mim naquilo que eu escolher fazer, nas condições que eu tenha para fazer cada coisa. Sei bem que, em vários momentos, não terei condições de fazer tudo de forma perfeita ou como eu desejaria, mas se eu fizer sempre o meu melhor dentro daquilo o que eu tenho para oferecer, minha vida terá tido valor e eu poderei deixar algo de bom no mundo por onde passei.
Logo, preocupemo-nos com a vida que levamos! De minha parte, quero muito que minha vida valha à pena - não para que eu seja visto como útil, mas para que a história que fica de cada ato seja um exemplo benéfico para alguém. Quem não? Mas para isso, é preciso refletir bastante sobre nós em meio às nossas vidas e nossas escolhas.
Que, ao final das nossas existências, em cada momento de vida que tivermos: que possamos exercer sempre o melhor que pudermos dentro daquilo que tenhamos por condições para fazer.
(Continua)
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Não deixe para depois o diagnóstico da depressão que te aflija hoje.
Não carregue pedaço algum de depressão.
Não! Não carregue não! Jogue fora tudo!
Depressão é um peso para quem a carrega!
Um fardo de peso enorme que consome as forças.
Quem carrega esse fardo consigo, perde forças.
Perde também a coragem e a iniciativa na vida.
Fica acanhado, acabrunhado, quieto, silente, doente...
Não permita para si as dores ímpares da depressão!
Depressão não é estado de espírito ou coisa de momento.
Depressão é doença! É uma falta de si dentro de si mesmo.
É como se a pessoa doente deixasse de existir e, em seu lugar,
um outro ser habitasse o corpo sem motivações ou prazeres.
Ser deprimido é algo que demanda tempo para aceitar!
Vejo isso muito bem após anos, somente após anos...
Enfim, hoje eu poder me entender como uma pessoa doente com esse mal.
Não retarde seu diagnóstico! Uma vez achando-se deprimido,
busque logo a ajuda de profissionais, de entes queridos...
Busque terapias alternativas, se quiser, mas não abdique
das medicações da Medicina tradicional, jamais!
Não deixe para depois o diagnóstico da depressão que te aflija hoje.
Não! Não carregue não! Jogue fora tudo!
Depressão é um peso para quem a carrega!
Um fardo de peso enorme que consome as forças.
Quem carrega esse fardo consigo, perde forças.
Perde também a coragem e a iniciativa na vida.
Fica acanhado, acabrunhado, quieto, silente, doente...
Não permita para si as dores ímpares da depressão!
Depressão não é estado de espírito ou coisa de momento.
Depressão é doença! É uma falta de si dentro de si mesmo.
É como se a pessoa doente deixasse de existir e, em seu lugar,
um outro ser habitasse o corpo sem motivações ou prazeres.
Ser deprimido é algo que demanda tempo para aceitar!
Vejo isso muito bem após anos, somente após anos...
Enfim, hoje eu poder me entender como uma pessoa doente com esse mal.
Não retarde seu diagnóstico! Uma vez achando-se deprimido,
busque logo a ajuda de profissionais, de entes queridos...
Busque terapias alternativas, se quiser, mas não abdique
das medicações da Medicina tradicional, jamais!
Não deixe para depois o diagnóstico da depressão que te aflija hoje.
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Iluminar
O sol nos acorda todo dia
tentando dar luz aos caminhos.
Nunca estamos, na Terra, sozinhos,
mas o sol, solitário no céu, principia.
Principia em novos dias, novas cores...
O chão se colore, as planícies também...
Tudo parece novo quando o sol vem
e até a vida parece ter menos dissabores.
Quem não se alegra com a chegada do dia
parece que já se calejou demais na vida!
Há gente que vive em sombras, perdida!
Eu mesmo já fui desse jeito e assim me via.
Quando a luz resolve mesmo brilhar,
ela começa brilhando dentro da gente!
Faz falta o calor das pessoas, sim, estou ciente.
Mas precisa haver calor em nós para amar, abraçar...
Calor humano, amor, abraços...
Quando estamos aptos para os exercer,
é que alguma luz brilhou em nós pra valer!
E, sob a luz da gente: ampliam-se nossos laços.
Laços humanos de carinho e amor fraterno...
Precisamos amar mais e deixar a luz sair!
Sair de dentro de nós para todo canto colorir!
Sejamos sóis no céu mesmo que a vida pareça inferno.
tentando dar luz aos caminhos.
Nunca estamos, na Terra, sozinhos,
mas o sol, solitário no céu, principia.
Principia em novos dias, novas cores...
O chão se colore, as planícies também...
Tudo parece novo quando o sol vem
e até a vida parece ter menos dissabores.
Quem não se alegra com a chegada do dia
parece que já se calejou demais na vida!
Há gente que vive em sombras, perdida!
Eu mesmo já fui desse jeito e assim me via.
Quando a luz resolve mesmo brilhar,
ela começa brilhando dentro da gente!
Faz falta o calor das pessoas, sim, estou ciente.
Mas precisa haver calor em nós para amar, abraçar...
Calor humano, amor, abraços...
Quando estamos aptos para os exercer,
é que alguma luz brilhou em nós pra valer!
E, sob a luz da gente: ampliam-se nossos laços.
Laços humanos de carinho e amor fraterno...
Precisamos amar mais e deixar a luz sair!
Sair de dentro de nós para todo canto colorir!
Sejamos sóis no céu mesmo que a vida pareça inferno.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Vivências
O amor é uma peça que se consome?
Há várias formas de se entender o amor...
Decerto, há maneiras em que nossa própria figura some
deixando espaço apenas ao ser amado, o objeto do amor.
Amar pode doer, pode nos consumir!
Amor é forte como pedra e nos pode, sim, ferir!
Há desdobramentos que nos fogem e fazem-nos ruir,
pois amor, quando nos prende, deixa-se puir.
Não se prende ninguém por amor!
Não se convence ninguém de amar!
Amor é sentimento puro, uma espécie de fulgor,
que nos ilumina os rostos vendo a vida passar.
Ame, apesar de quaisquer sofrimentos!
Vença o ódio e também, diariamente, o desamor!
Há muita gente preocupada em odiar aos quatro ventos.
Mas há gente suficiente querendo vivenciar o amor?
Há várias formas de se entender o amor...
Decerto, há maneiras em que nossa própria figura some
deixando espaço apenas ao ser amado, o objeto do amor.
Amar pode doer, pode nos consumir!
Amor é forte como pedra e nos pode, sim, ferir!
Há desdobramentos que nos fogem e fazem-nos ruir,
pois amor, quando nos prende, deixa-se puir.
Não se prende ninguém por amor!
Não se convence ninguém de amar!
Amor é sentimento puro, uma espécie de fulgor,
que nos ilumina os rostos vendo a vida passar.
Ame, apesar de quaisquer sofrimentos!
Vença o ódio e também, diariamente, o desamor!
Há muita gente preocupada em odiar aos quatro ventos.
Mas há gente suficiente querendo vivenciar o amor?
Assinar:
Comentários (Atom)