Era tarde quando saí.
Deixei ali, de mim, um recado
de próprio punho. E daí?
Retilíneo? Eu nunca havia surtado!
Deixei para trás tudo.
Lancei minha alma ao vento.
Deitei-me no chão, mudo.
Estraguei meu corpo, ao relento.
A mente desprendeu-se na hora.
De espírito liberto fiquei.
Alguns verteram lágrimas para fora
caindo todas no chão onde me deitei...
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier
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