O mundo lá fora se aquieta enquanto eu, aqui, permaneço em torvelinho. A paz do silêncio do entorno se perde na inquietude de meu interior, não valendo-me de nada. Quando foi que perdi a serenidade que era minha? Aonde foi que depositei a esperança pacificadora que permitia a mim aguardar o amanhã sem preocupar-me? De onde saiu a tempestade que inunda-me? Não sei, mas a bonança que aguardo, torço para que chegue depressa. Que a ventura de um dia de paz me alcance tão logo quanto possível, deixando-me com a certeza de que a inquietude do agora foi puro e simplesmente aprendizado benfazejo a preparar-me para a esperada felicidade do amanhã. Oh, espera, dê-me tempo para entender-te.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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