Inúmeras lágrimas, e eu,
O que de fato fiz de mim?
Sou um morto caminhando?
Como pude ser assim?
Os dias correm, livres,
Apesar, disso, todos eles.
E eu aqui, preso em pranto,
Observando os outros seres.
Um amor que esvai-se?
O que é isso que vejo?
Vendo lágrimas em minha face...
Percebo o fim por um lampejo.
Não era disso que falavas,
Desse fim que se nos deu?
A morte do amor é triste,
Mais ainda nossa vida que se perdeu.
Pedro Igor Guimarães Santos Xavier

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