Havia à frente do fosso, um moço.
O moço ficava olhando para baixo. O buraco.
"Será que eu morreria quebrando o pescoço?"
Imagino ele pensando coisas assim, tornando-se um caco.
Sim, um caco de coisa - nem gente penso que se julgava.
Sei que pensava horas à fio sobre o quanto ele era ruim.
E ficava entregue a pensamentos ruins que os pensava.
E, em os pensando, os sentia e ficava mal. Enfim...
Não! Não sofri. Ao ver aquilo, aprendi com aquele homem!
Coitado, tenho dó, mas penso: ''foi ele quem quis para si o pior!''
Quem, afinal, sou eu para ficar sofrendo pelos outros homens?
Não! Eu que me aguente comigo, sendo feliz como me for melhor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário