Tento deixar para o mundo algo do que penso, escrevendo. Agonias? Dores? Alegrias? Poemas? Crônicas? O que mais? Não! Não sei qual modelo me afaga mais em minha ânsia humana por paz. Catarse? Sim, um pouco. E me basta!
Trazendo algo de ''Tabacaria'', de F. Pessoa, digo: espero que fique, ''da amargura do que nunca serei, a caligrafia rápida desses versos'', num pouco de mim. Eu, que ''não sou nada, não posso querer ser nada''. Mas, ''à parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo''.
sexta-feira, 17 de julho de 2020
FRAGMENTO
Em todos os dias existem os recomeços.
Em todos os recomeços existem os aprendizados.
Por todos os lados há gente pra ser amada.
Em todas as chagas há expectativas despedaçadas...
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