Somos uma poeira cósmica que nasceu do nada e findará em lugar nenhum. Porém, somos providos de alguma capacidade imaginativa. Usando-nos dessa capacidade, construímos várias teorias que anulem a nossa insignificante presença nesse corpo celeste que vagueia numa galáxia dentro das bilhões de outras - ou mais ainda. Tentamos ser inigualáveis, apesar de que a nada e nem a ninguém isso minimamente importe. Podemos gritar até, mas, se alguém ouve, faz como se não ouvisse...
Enfim, precisamos de palavras belas. Precisamos estar convencidos de que há algum objetivo nas coisas, inclusive em escrever. Afinal, saber que da terra sobre a qual pisamos seremos parte, não é muito animador de se pensar e, menos ainda, de se escrever e dizer.
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